JHSF – conheça um pouco da história da empresa de José Auriemo Neto

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Com mais de 45 anos de mercado a JHSF Participações é uma companhia 100% brasileira, atuante em segmentos como incorporações imobiliárias, administração de shopping centers, hotelaria, gastronomia e administração de um aeroporto executivo. É uma trajetória de sucesso, marcada por inovações e empreendimentos surpreendentes como o Parque Cidade Jardim idealizado pelo presidente José Auriemo Neto.

A JHSF

A história começa em 1972 quando os irmãos Fábio e José Roberto Auriemo, juntamente com dois sócios fundaram a JHS Construção e Planejamento Ltda. O foco da empresa nos anos iniciais era exclusivamente a prestação de serviços na construção civil. Na década seguinte, já era responsável por importantes obras comerciais que a destacaram no campo da construção civil.

Entre as mais importantes podemos destacar o complexo do Hotel Transamérica Ilha de Comandatuba no estado da Bahia, a pista de provas da GM no interior paulista e construções/ reformas de mais mil agências bancárias em todos os país. Foram milhares de projetos atendendo a iniciativa privada até adquirir a segurança para apostar no segmento das incorporações imobiliárias.

Em 1990 a empresa passou por uma cisão e Fábio se tornou o principal acionista. A partir daí passou a chamar-se JHSF ainda com foco na construção. No fim dos anos 90 a companhia deu prioridade a incorporação imobiliária, investindo em edifícios comerciais para locação, um mercado que estava em franca expansão na época.

Anos depois a companhia passou a investir também no segmento de shopping centers, área desenvolvida pelo então diretor José Auriemo Neto em 2001. Começaram pelo Shopping Metrô Tucuruvi e o Shopping Metrô Santa Cruz, o primeiro do Brasil a ser integrado a uma estação de metrô. Além desse, também investiu no o Catarina Fashion Outlet, primeiro outlet do país voltado para o público de alta renda, o Shopping Ponta Negra em Manaus, entre outros.

Parque Cidade Jardim

Dois anos depois da criação da área, José Auriemo Neto chega à presidência da JHSF. O executivo já participava desde a adolescência da empresa ajudando na tomada de decisões. A frente da companhia teve grandes ideias como a que lhe deu o título de rei do luxo paulistano. Foi a construção do Parque Cidade Jardim, residencial localizado às margens da marginal Pinheiros que reúne em um só endereço torres comerciais, residenciais, um shopping center de luxo e um hotel.

O conceito do Cidade Jardim proposto por José Auriemo Neto visa oferecer uma opção de moradia de alto padrão, em que os moradores possam trabalhar, se divertir e consumir sem ter que se deslocar grandes distâncias. Dessa forma poderão evitar o trânsito e a insegurança da capital.

O destaque do empreendimento é o Shopping Cidade Jardim, que traz as marcas mais expressivas do mundo como Gucci, Pucci, Louis Vuitton, Prada, Ralph Lauren,Ermenegildo Zegna, Rolex, Chanel, Dior, Hermés, Cartier, Fendi, Valentino e etc. O centro de compras conta com academias, agências bancárias, lotéricas, praça de alimentação completa, cinemas modernos e muitas outras facilidades.

A empresa de José Auriemo Neto também é sócia majoritária do Grupo Fasano, que administra quatro hotéis e onze restaurantes no Brasil, Uruguai e em breve em Miami, nos Estados Unidos.

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Pesquisa do Waze apontou as melhores e as piores cidades para dirigir no país

O aplicativo de navegação desenvolvido para veículos, o Waze, indicou em um levantamento que as cidades de Manaus, João Pessoa e Florianópolis, são as piores para dirigir em todo o Brasil. Segundo o Waze, o levantamento contou com dados que indicaram o nível de trânsito, a qualidade das vias, a segurança, a infraestrutura, os fatores socioeconômicos e os serviços relacionados aos motoristas de cada cidade.

O ranking que classifica as 5 piores cidades para dirigir no país inclui Vitória e Belém. Além deste ranking, o índice ainda revelou que as 5 melhores cidades para dirigir no país estão localizadas no interior do estado de São Paulo. A cidade com o melhor índice registrado foi Atibaia, seguida da cidade de São José do Rio Preto, que levou o 2º lugar, Grande Campinas ficou com o 3º lugar, Sorocaba com o 4º lugar e de Taubaté com o 5º lugar.

Embora a cidade de Brasília não tenha entrado para o ranking das 5 melhores cidades para dirigir no país, ela foi considerada a melhor em termos de qualidade das vias. Além do primeiro lugar em qualidade das vias, a capital brasileira ainda ficou em segundo lugar em relação a segurança de suas vias. Confira a seguir alguns dos dados coletados pela pesquisa:

O melhor tráfego do país foi registrado nas seguintes cidades: Piracicaba (3º lugar); Jacareí (2º lugar); e São José do Rio Preto (1º lugar).

Na classificação “Perigos Reportados, a cidade de Goiânia obteve a maior pontuação, que corresponde ao número 10.

Dentre as regiões nordestinas, a cidade de Natal foi considerada a melhor em relação a segurança das vias.

A qualidade das vias teve a melhor pontuação nas seguintes cidades: Belo Horizonte (3º lugar); Atibaia (2º lugar); e Brasília (1º lugar).

O relatório ainda apontou que dentre as 100 melhores cidades do mundo para se dirigir, 9 delas estão localizadas no Brasil. A comparação foi realizada a partir do cadastro de 39 países que participam do Waze. Já em relação aos melhores países para dirigir no mundo, o Waze apontou os seguintes nomes: Estados Unidos (3º lugar); França (2º lugar); e Holanda (1º lugar). Na classificação do pior país para dirigir de acordo com o ranking do Waze, as Filipinas ganhou o primeiro lugar.

 

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Ministro da Cultura desmente ter limitado liberdade de expressão artística

Segundo Sérgio Sá Leitão, o atual ministro da Cultura, o direito de poder se expressar artisticamente deve ser enfatizado pela sociedade visando o enriquecimento da cultura no país. O ministro deu sua opinião durante um encontro de responsabilidade da “Associação dos Produtores de Teatro”, no Theatro Net/RJ, no dia 24 de outubro de 2017, desmentindo possíveis alterações na lei que limitaria a expressão artística no país.

Também participaram do encontro, Ivanir dos Santos, Amir Haddad, Leonel Kaz, Raul Mourão e Daniela Name. O encontro contou com a mediação do produtor Eduardo Barata, e logo que teve a oportunidade de poder falar, o ministro se defendeu dizendo que não é verdade as especulações de que peças teatrais que tivessem em seu roteiro crimes hediondos seriam impedidos de serem apresentadas ao público.

A suposta alteração seria no artigo na Lei Rouanet, mas não existe alteração, explica o ministro. Ele ainda afirma que seguindo este critério, as grandes obras que celebram as peças de William Shakespeare perderiam a viabilidade. Sendo assim a mudança no artigo Rouanet não deve existir. O ministro ainda afirmou que enquanto ele for ministro da Cultura, esse artigo nunca existirá.

</i> Segundo o ministro, esse fato é semelhante a outro, onde falsas notícias de que o MinC – Ministério da Cultura – realizou alterações no artigo 27 da Lei Rouanet.

A hipótese de limitação da liberdade de expressão das obras está afastada, até porque isso é contra a lei. Sá explicou que suas atitudes não defende nenhum tipo de censura ou dirigismo. Durante o encontro, o ministro alertou sobre os riscos de regulamentação de mecanismos como é a Lei Rouanet, sabendo que por meio desses mecanismos infralegais pode haver abusos.

O ministro ainda alertou que a Lei Rouanet possui um total de 40 artigos, e mais 140 artigos são da Instrução Normativa que foi publicada neste ano. Sendo assim, ele afirma que houve uma extrapolação na quantidade de artigos que visam a liberdade de expressão no ramo artístico. Ou seja, são muitas regras implantadas recentemente com a mesma finalidade.

 

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Michel Terpins fala sobre três novos decretos da área ambiental – publicados, recentemente, pelo governo

Três novos decretos – publicados no Diário Oficial da União (DOU), no dia 24 de outubro, e assinados pelo atual presidente Michel Temer no dia anterior – reforçam a área ambiental do país: um que institui o Programa de Conversão de Multas Ambientais emitidas por órgãos da União; um que estabelece critérios de sustentabilidade nas compras do setor público; e um  que regulamenta a Política Nacional de Resíduos Sólidos, reporta o sócio da empresa de reflorestamento ambiental Floresvale, Michel Terpins.

Quanto ao Programa de Conversão de Multas Ambientais

Com o Programa de Conversão de Multas Ambientais, a expectativa de arrecadação do governo chega ao valor de R$ 4,6 bilhões. Michel Terpins explica que este Programa refere-se a uma medida que já havia sido anunciada por Temer durante um evento em Mato Grosso do Sul, no dia 21 de outubro –  em que é concedido até 60% de desconto em multas por crimes contra o meio ambiente. A ideia é perdoar os infratores no caso deles optarem por converter a penalidade financeira em serviços ambientais – como os projetos de revitalização de nascentes, reflorestamento e recuperação de áreas degradadas, destaca o sócio Floresvale.

Terpins completa, entretanto, que a conversão alcança multas que ainda estejam na esfera administrativa dos órgãos federais.

Quanto à fixação dos critérios de sustentabilidade nas compras do setor público

Em relação ao Decreto que estabelece critérios de sustentabilidade nas compras do setor público, Michel Terpins reporta o que afirma o texto – na “aquisição de bens e na contratação de serviços e obras, a administração pública federal direta, autárquica e fundacional e as empresas estatais dependentes adotarão critérios e práticas sustentáveis nos instrumentos convocatórios”.

Quanto à Política Nacional de Resíduos Sólidos

Michel Terpins acentua que o Decreto que regulamenta a Política Nacional de Resíduos Sólidos trata de normas para produtos, resíduos e embalagens sujeitos à logística reversa obrigatória.

Segundo o que versa o Art. 1º do documento, o “Decreto estabelece normas para assegurar a isonomia na fiscalização e no cumprimento das obrigações imputadas aos fabricantes, aos importadores, aos distribuidores e aos comerciantes de produtos, seus resíduos e suas embalagens sujeitos à logística reversa obrigatória”.

Quanto à Floresvale

A Floresvale, desde 2009 – ano em que foi fundada – trabalha no manejo de florestas de eucalipto para serraria no Vale do Paraíba, entre os estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Ela é focada em usar, de maneira inteligente, os recursos florestais através de técnicas e equipamentos de extração sustentáveis capazes de preservar as espécies.

Sediada em Pindamonhangaba (SP), a empresa de Michel Terpins tem como objetivo desenvolver um polo madeireiro sustentável, gerando empregos e oportunidades para parceiros locais, aproveitando o grande potencial florestal do lugar em que atua. A Floresvale já mantém cerca de 5.000 hectares de florestas sob manejo e comercializa mais de 3000 metros cúbicos por mês de toras com diâmetro acima de 0,30 metros.

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Combate a sífilis recebe reforço de 200 milhões de reais para realização de ações

O diagnóstico e tratamento de sífilis teve suas ações de preservação intensificadas no Brasil inteiro. O governo através do Ministério da Saúde, lançou um exame chamado de Resposta Rápida à Sífilis que pode ser realizada nas Redes de Atenção. Os municípios terão 200 milhões de reais garantidos com o plano, através da emenda parlamentar para o combate da doença . As cidades que concentram mais da metade dos casos terão a prioridade na ação.

O abastecimento da penicilina, o principal remédio utilizado para tratar a doença, também será garantido no plano que tem previsão na rede pública até 2019. O ministério assumiu a compra de medicamentos centralizada e recebeu mais de 13 milhões de reais para adquirir as 2,5 milhões de ampolas de penicilina benzatina, para o tratamento da sífilis em gestantes. Foram compradas também 450 mil ampolas de penicilina cristalina para curar a doença nos bebês.

O diagnóstico será um foco no combate, e deve aumentar a quantidade de testes realizados nas gestantes. A doença se identificada no primeiro trimestre da gestação e a realização de um tratamento adequado impedem que a mãe transmita a doença para o bebê. As crianças que se infectaram pela doença terão acompanhamento de perto.

O ministro da saúde Ricardo Barros, afirma que a estratégia que conscientiza os brasileiros é fundamental no combate a doença. Barros explicou que garante o fornecimento dos municípios com a penicilina e o aumento das ofertas dos testes. “É necessária uma transformação na conduta dos profissionais de saúde e também da população”.

A sífilis é uma infecção causada pela bactéria Treponema pallidum e tem uma manifestação em três estágios, sendo elas a primária, secundária e terciária. Ela aparece no início através de uma pequena ferida no órgão sexual, conhecida como cancro duro, acompanhada de ínguas e caroços.

A transmissão acontece durante as relações sexuais sem o uso de preservativos, e também através da transfusão de sangue contaminado e durante a gestação e o parto.

O Boletim Epidemiológico deste ano informou que entre 2015 e 2016 a sífilis teve um aumento de 27,9%, no caso das gestantes teve aumento de 14,7% e a congênita em 4,7% de aumento.

 

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A criação de um novo visto está sendo estudado pela Nova Zelândia para receber refugiados climáticos

Distribuídas pelo mundo, existem várias famílias e também comunidades inteiras que já estão sendo afetadas pelas alterações climáticas. Elas estão sendo obrigadas a deixar os seus lares e em alguns casos, até mesmo o próprio país, para tentar recomeçar uma nova vida. Essas pessoas pertencem a um grupo que vem crescendo cada vez mais, sendo conhecidos como “refugiados climáticos”.

Apesar desse problema ser grave, as regras internacionais não identificam essa condição das vítimas que foram afetadas por essas alterações climáticas. Quando por exemplo, um país insular está ameaçado pelo aumento do nível das águas que banham o seu território, não existem garantias de que outros países irão receber as famílias que vão ser afetadas, ou até mesmo as que já estão sendo vítimas, de que elas possam morar nesses países de maneira permanente.

A Nova Zelândia acabou negando o pedido de asilo de duas famílias que moravam  em Tuvalu,  um pequeno conjunto de ilhas na Polinésia, que estão passando por dificuldades geradas pelas mudanças climáticas. O tribunal que estudou a situação dessas famílias, entendeu que esse pedido não tinha nenhuma relação com qualquer uma das bases da Convenção de Refugiados.

Para se caracterizar como um refugiado, uma pessoa que entra com um pedido de asilo, precisa mostrar onde ela está sendo ameaçada ou perseguida, precisando se enquadrar em um dos fundamentos da Convenção de Refugiados, como religião, opinião política, nacionalidade, raça ou pertencer a um grupo social distinto.

Esse pedido que foi negado pela Nova Zelândia gerou uma polêmica mundial, e o ministro do país James Shaw, declarou que estudos estão sendo feitos no sentido de criar um novo tipo de visto humanitário, para aqueles que residem em áreas desprotegidas no Pacífico e que sofrem com o aumento das águas do mar, em consequência das mudanças climáticas extremas. Segundo ele, esse visto teria uma quantidade limitada e atenderia cem pedidos por ano.

Apesar de ter um número limitado, a Nova Zelândia passaria a ser o primeiro país a identificar a situação específica desses refugiados, através desse novo visto. Essa decisão abre caminho para que outros países possam sofrer pressões através de grupos ativistas e da opinião pública mundial.

 

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Um morador de rua britânico foi aceito na famosa Universidade de Cambridge

Depois de viver anos morando nas ruas, um britânico que vendia jornais do “Big Issue”, conseguiu entrar para uma das mais renomadas universidades do mundo, a universidade britânica de Cambridge, segundo o jornal “The Guardian”.

Passando muitas temporadas sem ter onde morar, Geoff Edwards de 52 anos, foi aprovado no seleto ambiente acadêmico, onde está fazendo licenciatura de Literatura inglesa.

Geoff Edwards sempre gostou muito de ler, desde quando vivia com seus pais em Liverpool, que fica ao norte da Inglaterra. Esse amor pelos livros o ajudou a continuar em frente, apesar dos momentos difíceis que passou em trabalhos temporários na lavoura, depois ele ficou desempregado e em consequência disso, ele teve depressão e perdeu a sua casa.

Mas essa sua paixão pela leitura, fez com que ele fosse para uma das principais universidades do planeta. Ele contou para o jornal “The Guardian”, que ele não pode dizer que isso era uma coisa em que sempre sonhou, já que ele nunca pensava em entrar para uma universidade.

Ele ainda disse, que depois de viver por muito tempo nas ruas de Cambridge, é um grande privilégio poder entrar na universidade como aluno.

O pai de Geoff Edwards trabalhava como carteiro e sua mãe, era empregada em um escritório na cidade de Liverpool, e nessa época a sua casa possuía muitos livros. Quando ele ficou mais velho, suas chances de trabalhar na cidade eram poucas e ele foi embora, sem pensar em continuar seus estudos.

Ele conta que não conhecia ninguém que tivesse entrado para uma universidade. Ele acabava sempre acampando próximo dos empregos pontuais que arrumava.

Chegando na cidade de Cambridge, ele passou a viver em prédios que eram ocupados e nas ruas. Ele também procurava recolher livros em bibliotecas e em barracas de caridade, para manter esse hábito de leitura e tentar esquecer da sua triste realidade.

Contando com o auxílio de algumas instituições, ele passou a vender  jornais do “Big Issue”,  que é estruturado por pessoas que não possuem moradia, com o objetivo de trazer de volta ao mercado de trabalho essas pessoas, fazendo com que elas sejam reintegradas também à sociedade.

Depois de três anos estudando em um colégio de Cambridge, onde obteve sempre excelentes notas em todas as matérias, o seu tutor o orientou que ele tentasse uma vaga na universidade, o que ele conseguiu graças ao seu mérito.

 

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Escritório de Ricardo Tosto é destaque no Chambers Latin America 2018

Diante do know-how e da representatividade demonstrada pelos profissionais do escritório de advocacia Leite, Tosto e Barros, o Chambers Latin America apontou, na edição de 2018, o escritório do advogado e sócio-fundador Ricardo Tosto como destaque do país na área “Dispute Resolution: Litigation”. A área responsável por conseguir atrair a atenção da banca avaliadora conta com uma grande equipe de profissionais formada por 91 advogados e 15 sócios.

O Chambers é considerado um dos principais guias internacionais que selecionam por meio de avaliações específicas, realizadas em âmbito mundial, advogados e escritórios participantes que se sobressaem em suas diferentes especialidades de atuação. Estar entre os melhores na classificação do guia significa ter seu trabalho reconhecido e amplamente divulgado no meio advocatício conferindo grande renome para a instituição ranqueada.

O guia de 2018 registrou os pontos fortes da empresa de Ricardo Tosto na visão de alguns clientes. Para eles o escritório de direito se destaca devido ao comprometimento profissional e zelo ao executar e acompanhar os trâmites dos processos e a capacidade e conhecimento jurídico nas abordagens dos casos. A proatividade em sanar dúvidas “de forma quase imediata” também foi salientada pelos clientes na publicação.

De acordo com o texto do Chambers Latin America, a fama da equipe do Leite, Tosto e Barros se dá por seu forte desempenho nos frequentes e diversos tipos de assessoramentos prestados a clientes dos ramos bancários, de infraestrutura, energia, construção e engenharia.

A recente publicação internacional salientou como destaque de atuação a representação jurídica feita para a empresa JBS, na soma de US$16 milhões, em oposição ao Banco Safra. Além disso, o guia mencionou alguns dos mais significativos dos nomes assessorados pelo escritório como o Banco Fibra, Paranapanema, GM, Rabobank e Azul Linhas Aéreas. Outro destaque evidenciando foi o advogado Paulo Guilherme de Mendonça Lopes como sendo o principal contato dos clientes no empreendimento brasileiro.

Em 2016 foi a vez de Ricardo Tosto brilhar profissionalmente. Na edição passada do Latin Lawyer 250, também referência entre as recomendações internacionais dos melhores escritórios e advogados da América Latina, Tosto foi considerado um dos principais advogados na área do Contencioso.

O renomado escritório brasileiro Leite, Tosto e Barros, com sede em Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro, conta com mais de 300 colaboradores, entre estrutura de Back Office e advogados. Seu setor jurídico mantem 12 associados, 27 sócios e um consultor. O advogado Paulino Brancato Neto, novo consultor da empresa, passou a integrar a equipe de Ricardo Tosto no final de maio de 2017, após ser convidado para exercer a liderança em um setor de atendimento recém-criado no escritório, a área de “Saúde e Previdência Complementar”.

A atuação do escritório de Direito Leite, Tosto e Barros, de Ricardo Tosto, é muito ampla permitindo que sejam prestadas assessorias em áreas especializadas como: Administrativo; Contratos e Comercial; Família e Sucessões; Penal Empresarial; Bancário; Tributário; Ambiental; Civil; Compliance; Reestruturação de Dívidas e Créditos; Consumidor; Arbitragem; Eleitoral e Político; Concorrencial; Trabalhista e Previdenciário; Fusões e Aquisições; Imobiliário; entre outras ramificações jurídicas.

 

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Shoppings de Hong Kong mudam seus espaços para garantir boas vendas

Quem passeia por Hong Kong está percebendo que as compras e o público das lojas está mudando, assim como a forma que o espaço é divido nos shoppings. No Pacific Blue, a Burberry Group teve a sua loja reduzida e agora mais dois estabelecimentos estão no local, um estúdio de oiga e um bar de sucos. Uma loja Coach foi substituída por uma empresa de chá. A luxuosa Louis Vuitton abriu espaço para um bar e restaurante com um estilo do sul da Califórnia.

Hong Kong é uma cidade com um alto custo, os chineses que passeavam procurando pelos artigos de luxo das lojas Prada, Gucci e Tiffany, hoje estão viajando para outros lugares. Quem permanece comprando no local prefere não gastar tanto. Houve uma queda de 8,8% das visitas nacionais na região. Três quartos dos gastos com hospedagem são de origem chinesas. Os produtos que mais sofreram perda nas vendas foram os bens de luxo com uma venda equivalente a menos de um terço, considerando os maiores valores registrados em abril de 2013.

Atualmente os chineses estão preferindo comprar itens de luxo sem sair do país, com a internet ficou mais confortável ainda adquirir produtos à distância. Existe uma cautela maior no momento de comprar produtos fora do país, o que ocasiona uma mudança no mercado global dos bens de luxo de US$ 390 bilhões. Esse valor não é sentido em nenhuma outra região quanto nos shoppings de Hong Kong.

Com a redução do consumo, o mercado está atento e busca aplicar estratégias para continuar com um bom desempenho nas vendas. Swire Properties, proprietária do Pacific Place, fez uma atualização de seus inquilinos para se adaptar às mudanças de hábitos nos gastos dos consumidores e atrair novos visitantes. Somente nos últimos 18 meses a empresa fechou contrato com mais 30 inquilinos novos e duplicou a quantidade de pontos de alimentos e bebidas.

Para se recuperar no desempenho das vendas as empresas proprietárias estão usando seus recursos para disponibilizar novos espaços, mas caso o crescimento avance existe o risco de não haver tempo para acompanhá-lo, afirma Patrick Wong, analista de propriedade da Bloomberg Intelligence.

 

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Produção industrial avançou em 10 dos 15 locais pesquisados pelo IBGE

Sim, a crise ainda persiste, perceptível muitas vezes, mas vêm surgindo notícias mais otimistas, que indicam uma recuperação da nossa economia, ainda que bem gradual, de forma bastante lenta. E essa afirmação pode ser provada, assim que constatamos os resultados da Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física Regional, que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, mas conhecido pela sigla “IBGE”, divulgou no dia 8 de novembro, um quarta-feira. É que houve uma expansão do setor industrial, durante o mês de setembro deste ano, 2017, em 10 do total de 15 locais que integram a referida pesquisa, quando comparado ao mesmo mês no ano passado, 2016. Já tratando-se da média nacional, destaca-se um crescimento de 2,6%, por parte do setor industrial, durante o período em questão.

Mas tratemos mais detalhadamente dos resultados estaduais, a começar pelos dois estados com os avanços tidos como “mais intensos”, no caso, o Pará, com seus 13,2%, e o Rio de Janeiro, com 11,3%, por sua vez. E vale lembrar, antes de continuar esse detalhamento por localidade, que os resultados positivos podem ser explicados por conta de uma impulsão que teria sido ocasionada por setores específicos. Em relação ao Pará, a impulsão, pelo o que se soube, ocorreu graças aos setores de indústrias extrativas, ou seja, de minérios de ferro em bruto ou beneficiados. No caso do Rio de Janeiro, já foi por “coque”, ou melhor, “produtos derivados do petróleo e biocombustíveis”. Para quem não sabe, trata-se do óleo diesel e dos óleos combustíveis, além, é claro, da gasolina automotiva, dos querosenes de aviação e óleos lubrificantes básicos, e sem contar também as naftas para petroquímica. Fora tudo isso, também incluímos o setor de veículos automotores, reboques e carrocerias, no caso dos automóveis e caminhões, em relação ao Rio de Janeiro ainda.

Avanços também foram encontrados em mais oito estados, por ordem decrescente das proporções: Paraná, com 8,9%; Goiás, com 7,3%; Amazonas, com 6,8%; São Paulo, com 5,0%; Bahia, com 4,7%; Mato Grosso, com 4,5%; Ceará, com 3,3%; e, por fim, Santa Catarina, com seus 2,4%. E assim, como foram, ao todo, 15 locais avaliados nessa pesquisa, podemos, de antemão, concluir que serão cinco os locais em situação negativa a destrincharmos. Mas quais foram esses?

Pois bem, o estado com maiores perdas foi o Rio Grande do Sul, chegando-se aos -5,0%, por conta de setores deficientes como o de celulose, papel e produtos de papel, além do setor de produtos alimentícios como um todo. Seguido por ele, está Pernambuco, com seus -4,1%, motivados por conta de um impacto também no setor de produtos alimentícios, além do setor de bebidas, a exemplo da aguardente e dos refrigerantes.

Fora os resultados negativos desses dois, a pesquisa também analisou mais três em situação de retrocesso, vale pontuar: Espírito Santo, com -2,7%; Região Nordeste, com -1,3%; e então Minas Gerais, quase neutra, com -0,8%.

 

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