REALIDADE E PRECONCEITO: a questão dos gêneros

Tudo o que é polêmico ganha proporções inimagináveis. As pessoas têm por hábito relegar aquilo que desconhecem ou que não compraz com o seu estilo de vida. Já há muito se discute a individualidade do ser humano. Parece que o outro é apenas alguém que não merece crédito ou atenção, ou apenas mais um vivendo nesse gigante.

Existe hoje discussões acaloradas sobre os LGTBs (Lésbicas, Gays, Transexuais e Bissexuais), como se a escolha, ou melhor, a opção sexual devesse ser aprovada pela sociedade, sem oferecer a liberdade da livre escolha ou da livre opção.

Os LGTBs, são pessoas como nós somos. Necessitam de amor, de compreensão, de amizades, do trabalho e de tudo o que nós desfrutamos, inclusive família. Há aqueles que pensam retrogradamente e veem esses elementos como uma afronta à heterossexualidade. A homossexualidade nada mais é do que a atração e o amor pela pessoa do mesmo sexo e qual o problema nisso? Bissexual é aquele que se atrai por ambos os sexos e também aí, qual o problema nisso? Já os transexuais são aqueles que não estão satisfeitos com o próprio corpo, ou seja, no seu entendimento estão num corpo que não lhes diz nada, não os completa, não os deixa felizes e por isso a mudança, inclusive até nos órgãos genitais e também aí não existe qualquer problema, pois como se os heterossexuais, na sua maioria, gostassem do corpo que tem. Se gostasse, não haveriam as cirurgias plásticas, a malhação em academias e nas ruas; a obsessão pelo corpo perfeito, pelo corpo magro e não gordo, e haja cirurgias bariátricas, para atender os anseios de tanta gente.

A busca pelos ideais de cada um, deve pertencer a cada um. Não existe esta paranoia de que LGTBs, são diferentes de qualquer um de nós, pois não são e a esses deve-se elogiar pela coragem de assumir aquilo que a sociedade despreza, assim indo em direção às críticas daqueles que se acham perfeitos enrustidos numa armadura, ou carapuça do ser humano perfeito.

Ninguém é perfeito e nem imperfeito, somos aquilo que somos e nada mais. Por isso devemos respeitar a opção que cada um faz da sua vida.

O outro, não é apenas mais um. É alguém que merece respeito e apoio. Estender as mãos ao meu irmão me deixa mais forte e podemos assim transformar o mundo para que sempre possamos melhorar, nos aprimorar e progredir e isso não fazemos sozinhos.

 

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Cura do resfriado está cada vez mais perto de ser descoberta segundo cientistas

 

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Portadores de doenças pulmonares podem ser os mais beneficiados nessa descoberta da cura do resfriado, que os pesquisadores acreditam ter encontrado. Os cientistas escoceses da Universidade Edinburgh Naspier acham que esse tratamento poderia se desenvolver com base em peptídeos antimicrobianos, que são biomoléculas presentes naturalmente no sistema imunológico dos humanos e animais.

Eles observaram o aumento dessas substâncias na resposta natural do organismo quanto a infecção por rinovírus, que é o principal vírus causador do resfriado comum. Os cientistas sintetizaram peptídeos antimicrobianos, durante o estudo, em alguns animais como porcos e ovelhas e o impacto das células pulmonares infectadas por rinovírus foram avaliadas. O vírus foi atacado com sucesso pelos peptídeos.

Esse resultado trouxe pistas que fez com que eles acreditassem sobre o desenvolvimento de novos tratamentos do resfriado à base de peptídeos encontrados na natureza. O professor associado de imunologia e infecção Peter Barlow da Universidade Escocesa afirma que: “Essa é uma descoberta animadora. Nossos próximos passos serão modificar o peptídeo para torná-lo mais eficaz para matar esse vírus”, e completa: “A pesquisa ainda está nos estágios iniciais, mas nós vamos, em última análise, tentar desenvolver medicamentos para tratamentos que possam curar o resfriado comum”.

A descoberta traz um tratamento eficaz contra o resfriado e pode ajudar os pacientes portadores de doenças pulmonares graves, como a doença pulmonar obstrutiva crônica, a asma e para as pessoas com infecções virais que possam apresentar alto risco para a sua saúde. “Não há cura e não há vacina. Portanto, o desenvolvimento de tratamentos eficazes para o rinovírus humano, principal agente causador do resfriado comum e uma das causas mais comuns de infecções virais do trato respiratório, é algo urgente”, disse Peter “Esse estudo representa um passo importante para encontrar um tratamento completo”.

Anteriormente as pesquisas que foram realizadas pelo professor, destacaram o potencial dos peptídeos antimicrobianos para combater o vírus influenza A, que causa a gripe.

O estudo mais recente contou com o financiamento do Chief Scientist Office e pela instituição de pesquisas médicas Tenovus Scotland.

 

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Riscos de microcefalia não são coisa do passado

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Recentes estudos publicados pela revista “The Lancet” relataram sobre duas ondas de nascimento de bebês no Brasil com a síndrome congênita de zika que ocorreram em 2015 e 2016, onde se constatou que há muito a ser descoberto sobre as diferentes manifestações e sintomas clínicos da doença.

O pesquisador e coordenador do trabalho Wanderson de Oliveira da Fundação Oswaldo Cruz questionou: “As dúvidas são inúmeras. Será que, a exemplo da febre amarela, o aumento de casos de zika e consequentemente da síndrome congênita provocada pelo vírus ocorrerá em ciclos sazonais? Se sim, qual seria o intervalo, de três, quatro, cinco anos?”

A estimativa sobre as quantidades de casos provavelmente derivados do zika entre 2015 e 2016 no país foram de 1,6 milhão e desse total 41,4 mil entre gestantes, com 1,9 mil bebês nascidos com a microcefalia de acordo com uma análise de dados do Sistema de Notificação de Doenças do Ministério da Saúde. Foram identificados na região 49 casos a cada 10 mil bebês nascidos vivos na ocasião “Do total 70% ocorreram no Nordeste, logo depois da primeira onda de zika”, disse o pesquisador.

A segunda onda de casos entre gestantes foi entre novembro de 2015 e agosto de 2016 segundo estudo realizado, porém não se refletiu em um momento de bebes que nasceram com a doença provocada pelo vírus. Oliveira ressalta que “Mesmo considerando os casos ainda sem confirmação, a região Nordeste apresentava um aumento pouco acima da média histórica de casos”.

Os casos se repetiram no restante do país e durante a segunda onda de bebês com a síndrome entre setembro de 2015 e setembro de 2016, as ocorrências foram menores. Observou-se que na região Centro-Oeste a taxa foi mais elevada, chegando a 14 casos a cada 10 mil nascidos vivos. Esse resultado revela que a ocorrência de uma segunda onda de casos de microcefalia em 2016 teve uma menor magnitude comparado ao final de 2015.

Uma série de hipóteses foram levantadas pelos pesquisadores que justificariam essa redução. Na primeira onda de epidemia não houve suspeita sobre as consequências do zika para os bebês e por esse motivo não havia uma prevenção adequada.

Perante o medo, muitas mulheres adiaram a gestação e além dos cuidados de combate ao transmissor da doença o mosquito Aedes Aegypti, foram intensificados pelos órgãos públicos. Oliveira diz que <“Ainda é cedo para sabermos ao certo o que ocorreu, qual foi o peso de cada fator” e embora os números sejam menores, os casos novos de nascimento de bebês continuam sendo registrados. A maior preocupação é que esses casos, que ocorrem de maneira esparsa, acabem sendo despercebidos pelas autoridades sanitárias.

 Veja também: Bebês com microcefalia estão sem remédio para convulsão ha seis meses em AL

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Você sabe quem é José Auriemo Neto? Confira a trajetória do executivo

Ele era estudante da Universidade Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), iniciou carreira na empresa da família em 1993 e assumiu o cargo de presidência do negócio em 2003. José Auriemo Neto é um executivo brasileiro que atua como presidente e diretor executivo da JHSF Participações AS. A empresa foi fundada em 1972, em São Paulo, pelo seu pai, Fábio Auriemo, e seu tio, José Roberto Auriemo, além de mais dois sócios – ela atua nos setores de shopping centers, incorporação imobiliária, hotelaria e gastronomia.

O executivo, que também é conhecido como Zeco, atualmente, supervisiona os interesses da empresa em edifícios de escritórios, hotéis e empreendimentos públicos. José Auriemo Neto ainda administra os grupos de lojas comerciais e de varejo do empreendimento.

A presidência veio em 2003, mas Zeco já destacava-se há anos no negócio dos Auriemo. Em 1997, por exemplo, fundou o departamento de serviços do grupo – ele criou a empresa de gerenciamento de estacionamento Parkbem. Logo em seguida, em 1998, garantiu os direitos de desenvolvimento do primeiro shopping da JHSF – o Shopping Santa Cruz. Três anos mais tarde, em 2001, José Auriemo Neto foi o responsável pela criação da área de shopping centers da empresa e intensificou a atuação do empreendimento no mercado de luxo e alta renda.

O lançamento do complexo Cidade Jardim em Säo Paulo, onde estão o Shopping Cidade Jardim, veio em 2006. Trata-se da principal referência no mercado de luxo do Brasil – são nove torres residenciais do Parque Cidade Jardim, um dos condomínios mais sofisticados de São Paulo, e três torres comerciais.

Ainda, em 2009, o executivo José Auriemo Neto foi responsável por supervisionar o primeiro empreendimento da JHSF Participações no varejo – na transação, foram assinados contratos de parceria exclusiva com Hermes, Pucci e Jimmy Choo e abertas as primeiras lojas de varejo no complexo comercial Cidade Jadrim.

Mais recentemente, em 2012, o grupo de José Auriemo Neto também garantiu uma parceria com a marca Valentino – lançando as primeiras lojas Valentino e RED Valentino no país.

Conheça a JHSF Participações

Embora o nome atual da empresa seja JHSF Participações AS, quando ela foi fundada o nome era “JHS Construção e Planejamento Ltda”. Inicialmente, a companhia atuava principalmente prestando serviços de construção, porém, na década de 1980, firmou-se como uma das principais construtoras brasileiras – sempre atendendo clientes da iniciativa privada. Também foi nessa mesma época que a JHSF criou sua área de incorporações imobiliárias.

No ano de 1990 aconteceu, ainda, uma cisão e Fábio Auriemo tornou-se o único acionista do empreendimento que passou, então, a se chamar JHSF – e manteve o foco das operações no mercado imobiliário. Já no final dos anos 90, a empresa passou a privilegiar a incorporação imobiliária e o investimento em edifícios comerciais para locação.

Hoje em dia, a principal área de atuação e investimento do negócio dos Auriemo é o segmento de alta renda, em especial as atividades de renda recorrente – que incluem a exploração de shopping centers, um aeroporto e hotéis, além dos projetos imobiliários. A composição acionária está dividida da seguinte forma – 77,14% da companhia pertence à família Auriemo e 22,86% aos demais acionistas.

 

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Restaurante em São Paulo conta a história do macarrão e ensina a preparar massas italianas 

Em muitas casas ele não pode faltar no almoço de domingo, nós estamos falando do macarrão, prato típico da Itália e tem até um museu em São Paulo. Nesse museu, quem quiser pode por a mão na massa.

Como em uma boa família italiana a reunião em volta da mesa tem que ser com todo mundo falando ao mesmo tempo, e não pode faltar uma briga. Preparar um cappeletti é simples, primeiro a massa passa no cilindro, depois é só corta, rechear e dobrar. O dono da fábrica e museu, Enrico Vezzani, faz isso desde os 9 anos para ajudar a mãe e encontrou nas massas uma renda extra na Itália quebrada após a segunda guerra. Aos 9 anos de idade Enrico e sua família tiveram que vir para o Brasil fugindo da fúria da guerra que assolava a Itália naquela época. De lá para cá Enrico desenvolveu a arte herdada de seus pais e hoje é dono do restaurante e museu do macarrão em São Paulo.

“São 60 anos fazendo isso e eu consigo fazer com uma velocidade de 5 kg/h”, diz Enrico. A securitária Maria Luz, conseguiu fazer a sua primeira bandeja. “Consegui fazer a minha primeira bandejinha de cappeletti, é muito bom poder pôr a mão na massa e realmente aprender com os verdadeiros donos desta arte”, diz Maria. O marido de Maria fica contente ao ver a felicidade da esposa e ele também participa pondo a mão na massa. “Eu fiquei muito feliz e espero que ela produza bem mais que uma bandeja, mal posso esperar para poder comer essa massa maravilhosa feita pelas mãos de minha esposa em todos os sentidos”, diz o marido de Maria, o jornalista Paulo Fernando.

A aula grátis é dada em uma fábrica que funciona junto com um restaurante de Enrico na Zona Norte de São Paulo. Nessa fábrica também funciona o museu do macarrão, com antigas máquinas de produzir cappeletti, inhoque, ravióli, espaguete, e o museu ajuda a contar a história da imigração italiana e da indústria de São Paulo desde o início do século passado.

“O Brasil teve um grande desenvolvimento mecânico grassas aos primeiros imigrantes italianos que aqui vieram. Aqui na fábrica as pessoas podem encontrar um pouco desta história entre Itália e Brasil”, diz o diretor técnico, Marco Vezzani.

Que as massas caíram no gosto dos brasileiros todo mundo sabe, mas nós não temos ideia do quanto é consumido. Só em uma empresa de produção de massas em São Paulo usa-se 25 toneladas de farinha de trigo por semana. Em 2016 os brasileiros consumiram mais de 1,2 milhão de toneladas de macarrão. A receita é lucrativa, o mercado de massas faturou R$ 9 bilhões em 2016. O restaurante museu Piazza Zini, fica localizado no bairro do Limão na zona Norte de São Paulo e fica aberto nos sábados e domingos.

 

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Pesquisa revela que mais brasileiros estão desenvolvendo intolerâncias e alergias alimentares

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Especialistas confirmam que tem aumentado o número de casos de alergias e intolerâncias alimentares. Uma nova pesquisa feita com pessoas maiores de 16 anos mostrou que 35% delas sentiam algum tipo de desconforto após a ingestão de leite e derivados.

O número chama a atenção, mas o que assusta é que 8 em cada 10 pessoas nunca receberam um diagnóstico médico a respeito da doença, e só 4% dos participantes da pesquisa, de fato procuraram por ajuda médica para tratar os sintomas.

Até um ano atrás, Letícia era uma ávida consumidora de leite e derivados, como iogurtes, queijos e manteiga, mas depois de uma grave infecção intestinal, percebeu que a bebida não era assim tão benéfica para seu corpo. “Depois que eu consumo um produto com lactose, automaticamente já começo a me sentir mal. Eu sinto tontura, dor no estômago, e as vezes até enjoo. Esses são os sinais de que algo que eu comi não me fez nada bem”, disse a bancária, Letícia Formiga.

Ela conversou com muitos amigos, fez diversas pesquisas na internet, e percebeu que seus sintomas batiam com a intolerância à lactose. Desde então Letícia evita consumir leite e seus derivados, mas até o momento ela ainda não tem um diagnóstico médico alegando a sua intolerância.

“Eu não sei qual tipo de médico poderia me ajudar. Se seria um nutrólogo, ou se uma nutricionista poderia diagnosticar o meu problema, ou ainda uma avaliação com um alergista seria necessário. Mas eu pretendo procurar ajuda médica em breve para entender melhor a rejeição do meu corpo”, disse Letícia.

Uma pesquisa feita pelo Instituto Data Folha revelou que 1/3 da população do país sente algum desconforto após ingerir leite ou derivados. Mas o que realmente preocupa os especialistas, é que poucas pessoas têm procurado por ajuda médica para tratar ou até mesmo diagnosticar de fato a alergia alimentar.

O alergista e professor de imunologia da USP, Fábio Morato Castro, explica que há diferença entre a intolerância e a alergia alimentar:

“Intolerância é quando a pessoa tem carência de uma enzima ou quando as enzimas não funcionam adequadamente que acabam ocasionando problemas digestivos como diarreia, gases, cólicas, entre outros. Já a alergia é diferente, o sistema imunológico está envolvido nesse problema, então o corpo acaba criando anticorpos. E pior do que a intolerância, a alergia pode causar outras doenças como, asma, renite, anafilaxia e até mesmo a morte provocada pela ingestão do alimento”, explica Fábio.

Ao eliminar esses alimentos da dieta é preciso ter cuidado para não perder nutrientes importantes. Um bom alimento que deve ser consumido pelas pessoas é a manteiga, que contém propriedades benéficas para o sistema digestivo. No entanto, para quem tem intolerância ou alergia à lactose, ou para qualquer pessoa que queira excluir a lactose da dieta, a melhor opção é a manteiga ghee, que nada mais é do que uma manteiga clarificada livre de lactose e caseína.

 

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As diferenças da educação brasileira para os países de primeiro mundo

Os países de primeiro mundo (Estados Unidos, Alemanha, Inglaterra e outros) oferecem uma educação de qualidade baseada em conceitos e identidades próprias. Acolhem o estudante de forma extremamente formal e acima de tudo, respeitosa. Oferecem além do conteúdo natural, outras atividades curriculares ou extra-curriculares que atraem crianças e jovens a participar e se empenhar nas atividades escolares.

Além disso as bolsas de estudos que são oferecidas para esportes, ciências, artes, música e outras tantas, são atrativos consideráveis para a evolução dos estudantes, dando com isso prestígio e visibilidade as instituições de ensino.

Sem contar com as universidades mantidas tanto pelo Estado, como por particulares, são instituições que detém certo grau de privilégio e evidência. Podemos citar Harward, nos Estados Unidos, entidade que dispensa qualquer comentário ou apresentação. Também instituições de ensino superior na Alemanha que atraem cada vez mais estudantes de outros países, uma vez que, oferecem ensino de qualidade e acima de tudo, gratuíto

Enquanto isso no Brasil, o que vemos é um ensino precário, de didática ultrapassada, professores muito mal remunerados, Estados e municípios falidos, prédios escolares mal conservados, excesso de crianças e adolescentes numa mesma sala de aula. As escolas brasileiras pouco oferecem de incentivos aos alunos, pouco se esforçam para proporcionar e oferecer conteúdos extra-curriculares. Não existem bolsas de estudos que possam proporcionar aos estudantes de ensino médio, por exemplo, almejar a entrada numa universidade e ascender um futuro propício às suas expectativas.

Na periferia das grandes cidades brasileiras ou nos Estados mais pobres, a única oferta atrativa é a merenda escolar, pois muitas crianças, acreditem, têm na escola a única refeição de todo um dia. Isso leva a tristes considerações sobre como se oferece a educação aos brasileiros.

Se olharmos para a cidade do Rio de Janeiro, por exemplo, em que as aulas são interrompidas constantemente em virtude da violência que impera na cidade maravilhosa, é entender que acima de tudo, os criminosos detém poder e pouco se importam com a vida, com a cultura e principalmente com as crianças, que por jargão conhecido, são o futuro de uma nação.

Questiona-se então: qual futuro espera pelas crianças, pelos adolescentes e pelos jovens brasileiros? O que os entes federados poderão oferecer para que nossos estudantes sigam suas atividades escolares e avencem cada vez mais no propósito de alcançar níveis superiores de educação e chegar aos altos pilares universitários, formarem-se e trabalhar com dignidade, ofertando à sociedade seu conhecimento.

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Hormônio do sono pode ajudar a emagrecer, diz estudo

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Dormir é uma das necessidades básicas que ajudam a regular a homeostase, ou seja, a equilibrar o organismo de forma a mantê-lo em perfeito funcionamento. O sono, por sua vez, é regulado pela secreção de um hormônio conhecido como melatonina. Em geral, quando a iluminação ambiente diminui, o organismo entende que é hora de dormir, e então passa a secretar o hormônio que induz ao sono.

Até aí tudo bem, entende-se que o papel da melatonina é importante para o sono, e consequentemente para outros aspectos ligados a ele. O que é novidade, e foi descoberto em 2017 por pesquisadores da Universidade de Sassari, na Itália, num estudo desenvolvido com outras instituições, é que a melatonina pode ajudar a emagrecer.

Os resultados dos estudos evidenciaram que o hormônio teve papel decisivo ao inibir as células precursoras da formação da gordura no corpo humano. Significa que, graças ao hormônio do sono, a gordura deixou de ser produzida antes mesmo de que as condições básicas para sua formação pudessem existir.

Resumidamente, o que acontece quando engordamos é uma espécie de disfunção nas células de gordura, que passam a acumular mais tecido adiposo do que o necessário. Com a descoberta da melatonina como agente que pode regular a quantidade de receptores de gordura, agora a obesidade poderá vir a ser melhor controlada com a administração do hormônio do sono.

Os avanços nos estudos dos italianos comprovam os resultados de uma pesquisa de 2011, publicada na revista “Diabetes, Metabolic Syndrome and Obesity: Targets and Therapy”. Nele, pacientes diagnosticados com Diabetes tipo 2 tiveram melhora no índice glicêmico – que mede a presença de açúcar no sangue – redução no colesterol e na pressão arterial.

Ainda que seja apontada como uma substância altamente promissora no combate à obesidade, a melatonina ainda precisa de mais pesquisas para que possa enfim ser usada como medicamento para evitar o excesso de peso. Até que isso se confirme, o ideal é mesmo praticar atividade física regularmente, manter uma dieta equilibrada, com frutas legumes e verduras, e, claro, procurar sempre dormir bem.

O sono regular, em quantidade e qualidade, sempre será um aliado da saúde.

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O semestre teve melhor resultado no Caged desde 2014, segundo Ronaldo Nogueira

alguma notícia boa, alguma esperança de que a situação melhore. Ao menos, foi nesse sentido a fala do ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, no dia 17 de julho deste ano, uma segunda-feira. Afinal, destacava ele que havia sido o melhor resultado, considerando desde o primeiro semestre de 2014, a geração líquida de vagas formais de emprego referente ao primeiro semestre deste ano, totalizando assim 67.358 postos. Os dados, aos quais o ministro referia-se, foram os divulgados pelo próprio Ministério naquela mesma tarde, e retirado do Caged. Para quem não sabe, Caged é a sigla para ‘Cadastro Geral de Empregados e Desempregados’, que é usado pelo Programa de Seguro-Desemprego,com a finalidade de que sejam conferidos os dados referentes aos vínculos trabalhistas, além de outros programas sociais.

O ministro ainda destacou, durante a coletiva de imprensa, que, em relação ao mês de junho deste ano, esse já havia sido o quarto mês com geração de empregos. Apesar disso, sua fala foi mais realista, pois, ao invés de exaltar o fato de forma exagerada, ele afirmou que queriam eles comemorar melhores números, mas que o país “possuía especificidades”. Mas, mesmo assim, achou válido dar algum destaque ao setor agropecuário e a alguns subsetores da indústria de transformação, que ele afirmou terem sido importantes naquele mês de junho ao qual se referia positivamente.

Entrando em mais detalhes sobre os dados do Caged, dava para dizer que a só a agropecuária sozinha, havia gerado 36.827 vagas com carteira assinada, isso apena naquele mês de junho de 2017. E é válido pontuar, a partir dessa constatação, que foi de fato esse setor aquele que pôde garantir esse resultado positivo mensal, já que só ele contou com novas 9.821 vagas.

E, para a surpresa de alguns, aqueles que se considera normalmente como setores de maior importância da economia, como a indústria de transformação e e construção civil, foi que apresentaram baixa, ou seja, fechamento de postos de trabalho, nesse mês de junho, com menos 7.887 vagas e menos 8.963 vagas, respectivamente.

O ministro Nogueira fez questão de acrescentar também, sobre os setores negativos no Caged, que foram eles influenciados por fatores que eram regionais, já que havia sido mais negativa a indústria nas regiões Sul e Sudeste. Todavia, ressaltou ainda que, apesar disso, não se podia dizer que houvesse “anomalia geral” nesses setores com números negativos.

Já especificamente sobre a queda de emprego na indústria, destacou ter ocorrido em setores mais dinâmicos, que é o caso então do Sul e do Sudeste, posto que, em outras regiões, essas baixas não ocorreram nesses mesmos setores. Assim, após lembrar que, em contrapartida, Norte e Nordeste tiveram dados positivos, terminou pontuando que a economia brasileira estava, sim, a dar sinais de recuperação, incluindo o detalhe de que a tal retomada estaria “estabelecendo-se de forma segura”.

 

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Novo ataque cibernético atinge a Ucrânia e empresas europeias

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Outro ataque cibernético ocorreu atingindo sites do governo e de várias companhias ucranianas. Ele está sendo considerado o pior ataque da história da Ucrânia, pois já atingiu também aeroportos, escritórios do governo e bancos. Empresas europeias, como a agência de publicidade WPP, informaram que também foram afetadas.

Anton Gerashchenko, conselheiro ucraniano, declarou que esse ataque é uma variação do “WannaCry”, causando essas interrupções. Foram informados que também os sistemas que fazem parte da tecnologia da informação ucraniano, foram afetados pelo “Cryptolocker”, uma variante do WannaCry, que bloqueou os computadores  de mais de 150 países  em maio.

O malware aplica um golpe conhecido como ransomware, que confisca os arquivos e os devolve somente depois do pagamento ser feito, em moedas virtuais. Não são retirados obrigatoriamente os conteúdos do sistema dos dispositivos, mas eles são codificados, para que não possam ser acessados.

Esses ataques têm como objetivo final, desequilibrar, declarou Anton Gerashchenko. Ele também afirmou, que eles certamente tiveram sua origem na Rússia.

Uma companhia de segurança digital, a Group-IB, localizada em Moscou, declarou que esse ataque parece ter sido estruturado, objetivando ao mesmo tempo, vítimas na Ucrânia e na Rússia.

Empresas privadas e bancos comerciais e públicos, foram alvos desse ataque na Ucrânia, foi o que informou o banco central ucraniano. Esses bancos estão com problemas nos serviços com seus clientes, e com as operações bancárias, como consequências desses ataques virtuais, declarou também o Banco Central da Ucrânia.

Acredita-se que a infraestrutura de defesa dos bancos contra ataques virtuais esteja ajustada, e que iniciativas de ataques cibernéticos contra sistemas bancários, possam ser anulados, informou também o Banco Central ucraniano. Mensagens de resgate podiam ser visualizadas em caixas eletrônicos, por clientes nos bancos.

Uma das atingidas pelos ataques, foi a distribuidora que fornece energia para o aeroporto de Kiev. O diretor do aeroporto de Boryspyl, Yevhen Dykhne, declarou que o terminal foi afetado, e que possíveis atrasos nos voos podem vir a acontecer.

No Reino Unido, a britânica WPP, informou que também foi atingida pelo ataque, mas não declarou se o WannaCry foi o responsável pela instabilidade. A companhia ficou com o seu site fora do ar, durante a parte da manhã.

Também a petroleira Rosneft, da Rússia, declarou ter sofrido consequências de um ataque de larga escala nos seus servidores. Poderia ter havido graves consequências desse ataque cibernético, mas a empresa possui um sistema reserva de procedimento na produção, assegurando tanto a produção do petróleo, quanto o setor do refinamento da companhia.

A empresa da Dinamarca de logística, AP Moller-Maersk, declarou que também foi um dos alvos. O porta-voz Anders Rosendahl, afirmou que se trata de um grande ataque, e que todos os braços da empresa, dentro de casa e em outras regiões, foram afetados.

Também estão nas miras desses ataques, a espanhola Mondelez e a francesa Saint Gobain.

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