As diferenças da educação brasileira para os países de primeiro mundo

Os países de primeiro mundo (Estados Unidos, Alemanha, Inglaterra e outros) oferecem uma educação de qualidade baseada em conceitos e identidades próprias. Acolhem o estudante de forma extremamente formal e acima de tudo, respeitosa. Oferecem além do conteúdo natural, outras atividades curriculares ou extra-curriculares que atraem crianças e jovens a participar e se empenhar nas atividades escolares.

Além disso as bolsas de estudos que são oferecidas para esportes, ciências, artes, música e outras tantas, são atrativos consideráveis para a evolução dos estudantes, dando com isso prestígio e visibilidade as instituições de ensino.

Sem contar com as universidades mantidas tanto pelo Estado, como por particulares, são instituições que detém certo grau de privilégio e evidência. Podemos citar Harward, nos Estados Unidos, entidade que dispensa qualquer comentário ou apresentação. Também instituições de ensino superior na Alemanha que atraem cada vez mais estudantes de outros países, uma vez que, oferecem ensino de qualidade e acima de tudo, gratuíto

Enquanto isso no Brasil, o que vemos é um ensino precário, de didática ultrapassada, professores muito mal remunerados, Estados e municípios falidos, prédios escolares mal conservados, excesso de crianças e adolescentes numa mesma sala de aula. As escolas brasileiras pouco oferecem de incentivos aos alunos, pouco se esforçam para proporcionar e oferecer conteúdos extra-curriculares. Não existem bolsas de estudos que possam proporcionar aos estudantes de ensino médio, por exemplo, almejar a entrada numa universidade e ascender um futuro propício às suas expectativas.

Na periferia das grandes cidades brasileiras ou nos Estados mais pobres, a única oferta atrativa é a merenda escolar, pois muitas crianças, acreditem, têm na escola a única refeição de todo um dia. Isso leva a tristes considerações sobre como se oferece a educação aos brasileiros.

Se olharmos para a cidade do Rio de Janeiro, por exemplo, em que as aulas são interrompidas constantemente em virtude da violência que impera na cidade maravilhosa, é entender que acima de tudo, os criminosos detém poder e pouco se importam com a vida, com a cultura e principalmente com as crianças, que por jargão conhecido, são o futuro de uma nação.

Questiona-se então: qual futuro espera pelas crianças, pelos adolescentes e pelos jovens brasileiros? O que os entes federados poderão oferecer para que nossos estudantes sigam suas atividades escolares e avencem cada vez mais no propósito de alcançar níveis superiores de educação e chegar aos altos pilares universitários, formarem-se e trabalhar com dignidade, ofertando à sociedade seu conhecimento.

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