Especialista Felipe Montoro Jens reporta sobre os avanços do projeto “Piauí Conectado”

A Superintendência de Parcerias e Concessões (Suparc) do Piauí calcula que em breve o processo de licitações da Parceria Público-Privada para expandir a rede de fibra óptica em todo o Estado, a qual faz parte do projeto “Piauí Conectado”, seja concluído, informa Felipe Montoro Jens, especialista em Projetos de Infraestrutura.

A fase anterior da PPP foi finalizada no final do mês de outubro de 2017, quando duas empresas entregaram as suas propostas para o projeto, o consórcio Linkintel, formado pelas empresas Fortel Fortaleza Comunicações e Intelit Processos Inteligentes, e a empresa Globaltask Tecnologia e Gestão.

Com isso, a Suparc espera que o processo de licitação possa ser finalizado o mais breve possível, após a análise detalhada de cada uma das propostas entregues pelas empresas interessadas nessa PPP estruturada pela Agência de Tecnologia da Informação do Piauí (ATI). Desenvolvida em modalidade de concorrência pública, a empresa vencedora dessa licitação será aquela que apresentar o menor valor da contraprestação mensal e a melhor técnica, reporta Felipe Montoro Jens.

De acordo com a Suparc, o peso de cada um desses critérios é de 50% para cada. Com isso, a empresa vencedora ficará encarregada de construir, operar e realizar a devida manutenção da infraestrutura de transporte de voz, imagem e dados referentes ao sistema de fibra óptica.

Segundo o governo do estado do Piauí, essa Parceria Público-Privada deverá ser responsável pela instalação de cerca de 5.000 km de fibra óptica na região, englobando quase cem cidades do Piauí. Ao todo, a estimativa é que sejam criados 1.500 pontos de acesso, cuja capacidade pode superar 60 gigabytes, noticia Felipe Montoro Jens. Após estar em operação, esse projeto será capaz de tirar o Estado da penúltima posição do ranking brasileiro de inclusão digital.

Viviane Moura, superintendente de Parcerias e Concessões, destaca que o objetivo da Parceria Público-Privada firmada para o projeto “Piauí Conectado” não é fazer com que a internet seja gratuita, mas sim criar uma rede de transmissão muito mais confiável e potente. Com isso, a população também será beneficiada pelo fato de ganhar um acesso a internet muito mais rápido com os atuais provedores privados que alcançar o estado.

Com essa Parceria Público-Privada, os investimentos ficarão a cargo do vencedor da licitação e não do agente público. Após a rede de fibra óptica ser devidamente instalada no Piauí, as empresas responsáveis pela exploração da rede poderão oferecer aos interessados locais a prestação dos serviços ligados à nova estrutura, informa Felipe Montoro Jens, especialista em Projetos de Infraestrutura.

Desse modo, todo o investimento feito pela empresa vencedora da licitação será recuperado ao longo dos próximos anos por meio da renda que ela receberá com a fibra óptica que chegará em praticamente todo o Estado. O agente privado ainda poderá lucrar cedendo a tecnologia de transmissão para novos provedores de internet, o que demonstra o quanto esse modelo de parceria é vantajoso para as empresas e também para o governo, que melhora a infraestrutura das cidades sem ter que pagar por isso, reporta Felipe Montoro Jens.

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