Mega-ciberataque vitima serviços públicos em cerca de 150 países

 

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Segundo declarações de Rob Wainwright, o chefe da Europol (agencia europeia de segurança), o mega-ciberataque que ocorreu no dia 12 de Maio de 2017, atingiu sistemas de comunicação de todo mundo, contabilizando cerca de 200 mil vítimas em 150 países.

Porém segundo um outro diagnostico apresentado pela empresa de segurança digital Kaspersky, considerava-se que o número de casos era de 71 casos, e que todos eles verificaram-se em pelo menos 99 países.

E levando em conta a magnitude do ataque, a Europol resolveu classificar o crime digital como “sem precedentes” e exigiu uma investigação mais seria de modo que os autores do mesmo pudessem ser responsabilizados.

Sendo que apenas um grupo de hacker denominado por Shadow Brokers foi apontado como principal suspeito, uma vez que este já havia realizado em 2016 um ataque usando um vírus semelhante a este, contra a Agencia de Segurança Nacional (NSA) dos Estados Unidos.

O chefe do serviço europeu de segurança digital, Rob Wainwright, aproveitou em uma entrevista ao programa televisivo “Peston on Sunday” para deixar uma espécie de ficar o seu apelo, afirmando que “este é o momento para que todos os setores enxerguem a segurança digital como uma real preocupação”.

O vírus estava mais direcionado a atacar sistemas de comunicações de serviços públicos e empresas, com um especial enfoque no setor da saúde e finanças. Os hackers envolvidos, usaram um vírus ransonware, o qual atacava o computador e tornava-o seu “refém”, e para poder voltar a utilizar o computador, o usuário tinha que pagar uma espécie de resgate em bitcoins (moeda eletrônica)

O ataque vitimou muitos sistemas públicos, porém o país que mais ressentiu dos efeitos do ataque foi o Reino Unido, o qual teve os seus serviços de saúde barrados durante o dia inteiro. E bem atrás do Reino Unido seguiam mais dois países, a Grã-Bretanha e a Espanha que pelo fato do ataque ter sido em grande escala, estes países resolveram pedir uma ajuda formal para combater o ataque.

Outro pais que também não escapou do ciberataque foi o Brasil, onde para evitar grandes prejuízos, alguns sistemas de vários órgãos públicos optaram pelo método de suspender o funcionamento temporário de seus serviços como uma forma de impedir o alastramento do vírus.

Decisão que notou-se em serviços como os do INSS e de diversos departamentos de justiça estadual que tiveram que interromper o seu funcionamento, porém segundo o informe do Gabinete de segurança Institucional (GSI) da presidência da república, os problemas foram pontualmente solucionados.

E o gabinete ainda garantiu que não houve nenhum registro de evidencias que pudesse indicar para uma possível infecção dos arquivos dos órgãos de administração pública federal pelo vírus ransonware.

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