Ricardo Tosto informa sobre decisão do STF em evitar o bloqueio de bens determinado pelo TCU

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Há algum tempo, o ministro Edson Fachin, do STF (Supremo Tribunal Federal), definiu que as corporações que estão em processo de recuperação judicial não devem ter os seus bens bloqueados pelo TCU (Tribunal de Contas da União), noticia o advogado do escritório Leite, Tosto e Barros, Ricardo Tosto.

Essa determinação foi feita a partir do caso da empreiteira Alumini Engenharia, a qual é atualmente investigada pela Operação Lava-Jato. Anteriormente, a empresa havia tido os seus bens, em valores que superavam R$ 100 milhões, bloqueados pelo TCU pelo período mínimo de doze meses. A determinação foi feita depois da Alumini Engenharia passar por uma auditoria realizada pelo órgão, a qual percebeu contradições nos valores referente as obras do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj).

Na ocasião, o bloqueio dos bens, segundo o que foi estabelecido pelo Tribunal de Contas da União, informa o advogado Ricardo Tosto, deveria ser efetuado para garantir a empresa seria capaz de ressarcir o prejuízo causado à Petrobras.

De acordo com Edson Fachin, o Tribunal de Contas da União possui o direito de estabelecer o bloqueio de bens de corporações e pessoas físicas nos casos em que é identificado que essa é a melhor medida para proteger o patrimônio público. Porém, no processo envolvendo a Alumini Engenharia, o ministro considerou que a empresa está em meio a um processo de recuperação judicial, além de ser uma das primeiras cujo envolvimento com a Lava-Jato ainda está sob investigação a enfrentar esse veredito.

A partir da compreensão do ministro Edson Fachin, somente o juiz designado no processo de recuperação judicial teria o direito de bloquear ou não os bens que fazem parte do patrimônio da Alumini Engenharia, com base na lei que aborda esse tema, que é a lei nº 11.101/2005, reporta Ricardo Tosto. Desse modo, a definição é de que os bens da empresa devem ser considerados no processo de recuperação judicial.

Sendo assim, o ministro Edson Fachin estabeleceu que caso o TCU insista em bloquear os bens da companhia, será preciso que o órgão elabore um requisito à Advocacia-Geral da União (AGU), e solicite que o juiz que está cuidando do processo de recuperação judicial conceda um parecer sobre a situação. Eduardo Nobre, o advogado da Alumini Engenharia nesse processo, declarou que a corporação solicitou um mandado de segurança após o Tribunal de Contas da União ter mandado o ofício que solicitava pelo bloqueio dos bens.

Por enquanto, essa decisão de Edson Fachin foi a primeira a ser tomada em respeito ao bloqueio de bens de empresas que estejam em meio a um processo de recuperação judicial, noticia o advogado Ricardo Tosto. De acordo com profissionais que atuam nesse meio, esse caso provavelmente irá abrir precedente para que outros casos parecidos recebam o mesmo parecer.

Entre eles, um dos casos de maior destaque é o da Base Engenharia e Serviços de Petróleo, que teve os bens bloqueados em uma decisão similar do TCU, informa Ricardo Tosto. Porém, a determinação do bloqueio não foi definitiva, e sim definida em caráter provisório, sendo essa a principal diferença entre os casos.

 

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Inep divulgou que 6% dos cursos tiveram conceito máximo no Enade de 2016

O Enade – Exame Nacional de Desempenho de Estudantes, revelou que apenas 6% dos cursos avaliados em 2016 obtiveram o conceito máximo na prova. Os dados foram divulgados no dia 1 de setembro deste ano pelo Inep – Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira.

Segundo a avaliação realizada pelo Enade, as instituições federais tiveram melhores desempenhos que as instituições da rede privada do país. Ao todo, as instituições federais que tiveram desempenho de conceito 4 somaram 43% e que tiveram conceito 5 somaram 16%. Já na rede privada, o percentual foi de 19% e de 3% para cada conceito respectivamente.

Nessa última edição do Enade, mais uma vez a USP – Universidade de São Paulo, não participou da avaliação. A única participação feita pela universidade aconteceu nos anos de 2013-2014 como um teste experimental. Como a adesão da universidade à avaliação é de caráter facultativo, a instituição não quis participar das demais edições do programa. A assessoria de imprensa da instituição revelou em nota que há divergências no método adotado pela universidade em avaliar os cursos, por isso não houve mais nenhuma participação no programa Enade.

A avaliação do Enade é feita a partir de provas dos alunos sobre os conteúdos específicos de cada curso. Sendo assim, a participação nessa prova é obrigatória a todos os estudantes das instituições que participam da avaliação, com penalidade de não receber o diploma no caso de descumprimento da prova.

No quesito bacharelado, o curso avaliado que apresentou o melhor desempenho foi o de medicina. Já o pior desempenho foi o de estudantes do curso de educação física.

Essa foi apenas a divulgação inicial dos índices que terão os dados completos e atualizados a partir do mês de novembro. Os outros índices que serão divulgados pelo governo são o IGC – Índice Geral de Cursos e o CPC – Conceito Preliminar do Curso.

Esses dois índices ainda estão sendo revisados, portanto estão em processo de conclusão. Eles irão avaliar não somente o desempenho dos alunos de cada curso, mas também o corpo docente da instituição, bem como a infraestrutura e alguns recursos didático-pedagógicos de cada instituição. Além disso, uma avaliação dos cursos de pós-graduação será realizada pelo Enade junto a Capes.

 

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Carro flex que roda com gasolina aumenta em 30% a poluição do ar

Para quem dirige um carro flex há mais opções na hora de abastecer o veículo. A autonomia permite que o motorista escolha entre a gasolina e o etanol, que pode representar uma grande economia na hora de pagar. Os motoristas que sempre estão atentos aos menores preços têm uma regra matemática sempre pronta na hora de abastecer que diz o seguinte: o etanol deve ser até 70% o valor da gasolina para ser mais barato, se for mais caro que isso então o custo benefício não compensa, já que o rendimento da gasolina é maior.

Apesar do rendimento elevado do derivado do petróleo, optar por abastecer com gasolina tem grande impacto para o planeta. Um estudo realizado por brasileiros revelou que a troca do álcool pela gasolina tem um impacto de 30% a mais da concentração de partículas consideradas ultrafinas que são liberadas pelo derivado do petróleo na atmosfera. Esses poluentes possuem esse nome por apresentarem um tamanho muito pequeno, sendo um diâmetro menor que 50 nanômetros (nm).

O estudo foi realizado com dados coletados pelo IFUSP – Instituto de Física da Universidade de São Paulo, entre o período de janeiro a maio do ano de 2011. Os dados são da zona oeste da capital de São Paulo.

Durante o período, o estudo registrou um aumento no preço do etanol que consequentemente alavancou as vendas da gasolina. A procura pelo derivado do petróleo foi tanta que o Brasil teve até que importar gasolina de outros países para atender a demanda nacional.

O estudo que foi publicado pelo jornal Nature Communications, revelou que esse período onde a gasolina foi mais procurada pelos consumidores as partículas ultrafinas tiveram um aumento de 30% na atmosfera. Isso somente com os dados dos carros de São Paulo, a nível nacional o aumento é ainda maior.

O professor do IFUSP e também co-autor do estudo, Paulo Artaxo, revelou: “Essas nanopartículas poluentes são tão pequenas que se comportam como se fossem moléculas de gás. Quando inaladas, elas podem ignorar a defesa do sistema respiratório e atingir os alvéolos dos pulmões. Potencialmente tóxicas, elas podem entrar na corrente sanguínea e aumentar a incidência de problemas respiratórios e cardiovasculares na população”.

 

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A nova cebola que não arde os olhos promete alavancar as vendas do alimento

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Na época da “sakura”, que é a linda flor de cerejeira, o Japão fica todo colorido de rosa, quando as avenidas, parques e templos ficam parecendo quadros com essa linda paisagem, que enfeita desde vitrines até pequenas latinhas de cerveja.

A época desse fenômeno das cerejeiras, acontece em março, geralmente quando elas começam a florir no templo Yasukuni de Tóquio, marcando o início da “sakura” na capital japonesa.

Uma explosão de cores acontecem em parques, como por exemplo no Ueno, onde são encontradas cerca de 1.200 árvores dessa espécie. Outro exemplo é o parque de Hibiya, que recebem todos os anos diversos turistas e moradores, que além da inesquecível paisagem, eles podem sentar embaixo das árvores e saborear um delicioso piquenique.

As cerejeiras representam um símbolo para o país, e os japoneses têm o costume desde pequenos, de visitarem os parques nessa época do ano e aproveitarem o ‘hanami’, que é a contemplação das flores dessas árvores, enquanto se come ou bebe. Isso se tornou algo cultural para os japoneses, que não vão somente para os parques nos fins de semana, mas eles costumam ir depois do trabalho ou da escola, junto com amigos para apreciarem esse fenômeno das cerejeiras.

Cada vez mais turistas são atraídos pelas cerejeiras no Japão, e procuram esse destino na época que elas florescem, geralmente entre o final do mês de março e início do mês de abril.

No Japão em 2015, foram mais de 1,5 milhão de turistas estrangeiros que chegaram ao país no mês de março, e mais de 1,7 milhão no mês de abril. Esses números mostram um aumento no número de turistas de cerca de 45,3% em março, e 43,3% em abril, em comparação ao mesmo período no ano anterior.

O encantamento  dos japoneses  por essas árvores nesse período que elas florescem, é tão grande que existem diversos meios pela internet, que observam toda a época do florescimento das cerejeiras, desde o primeiro local onde elas começam a florir, até quando a pressão atmosférica atua nessas pequenas e sensíveis flores, que vivem somente cerca de quinze dias.

Nessa época, a “sakura” também representa um aumento nas vendas do comércio, e também o setor hoteleiro é beneficiado, pois recebe um número maior de hóspedes.

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Pesquisadores descobriram que a criatividade é estimulada quando há limitações

Todos queremos ser mais criativos. Afinal, é a tecnologia disruptiva, o próximo grande livro, música ou filme, ou o último avanço científico que altera o curso da história humana. Dentro da criação, não há só a fama ou a fortuna, mas sim também o legado por detrás de uma grande criação.

Mas algo interessante foi descoberto por pesquisadores. Os especialistas dizem que, na realidade, as restrições impostas nas pessoas encorajam a criatividade. No empreendedorismo, as limitações são naturalmente impostas. Por exemplo, o orçamento, regulamentos, concorrentes e forças de mercado, os quais devem ser tratados. No design de uma aeronave, as restrições podem ser as leis da aerodinâmica, materiais disponíveis, orçamento, combustível e peso.

No entanto, nas artes, a página ou a tela em branco podem ser assustadoras, pois tais regras geralmente não se aplicam. Devido a isso, muitos criativos colocam limitações artificiais em si mesmos.

Por exemplo, Miles Davis escreveu um álbum inteiro, Kind of Blue, sem um único acorde. O artista Piet Mondrian modernizou o modernismo restringindo suas pinturas a ângulos retos e cores primárias. Mesmo Theodore Geisel, mais conhecido como Dr. Seuss, se limitou a produzir suas obras mais memoráveis. O conselho do Dr. Geisel diz o seguinte: “Se você é alguém que escreve ou pinta, não tenha medo de tentar restrições!”.

Recentemente, dois experimentos paralelos publicados na revista Psychology of Aesthetics, acrescentaram credibilidade a esse fenômeno. O estudo foi intitulado “The Green Eggs and Ham Hypothesis”, (que em português quer dizer: a hipótese do ovo verde e do presunto). Por que ele foi chamado assim permanece em mistério. O livro contém apenas 50 palavras, que podem ter desempenhado um papel de desenvolvimento e sucesso.

Catrinel Haught-Tromp, do departamento de psicologia da Universidade Rider, liderou o estudo. Em dois experimentos, os indivíduos que receberam certas regras para uma tarefa foram e continuaram a ser mais criativos, mesmo quando as regras foram levantadas.

Para realizar a primeira etapa do estudo, Haught-Tromp e colegas recrutaram 64 alunos de graduação. Cada um foi convidado a escrever uma série de rimas, duas linhas cada. Os participantes foram divididos em dois grupos. Um deles recebeu oito substantivos específicos. O outro foi capaz de usar qualquer substantivo que desejasse. Três juízes avaliaram seu trabalho. “Os participantes geraram mais rimas criativas quando tiveram que trabalhar com a restrição imposta externamente de um substantivo dado”, escreveram os juízes.

No segundo experimento, contendo 46 estudantes universitários, os participantes foram incentivados a escrever rimas, mas foram convidados a criar suas próprias regras e restrições. O primeiro grupo foi informado para escrever os quatro primeiros nomes que surgiram na cabeça e usá-los para criar suas rimas. Promessas foram dadas para ajudá-los a compor. Os pesquisadores observaram que as instruções que impunham mais restrições tendiam a amplificar a criatividade, enquanto as que eram menos restritivas levavam a rimas menos criativas.

 

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Cientistas revelam os fatores que levam a escolha do parceiro ideal

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As penas da cauda do pavão não existem para que eles possam realizar atividades cotidianas, como comer ou dormir, mas porque sua beleza é atraente para seus parceiros. Quanto mais brilhantes são as penas, maior a chance de o pavão ter encontrado um parceiro sexual. Sendo assim, os cientistas trabalharam para encontrar os processos subconscientes que influenciam na escolha de cada parceiro.

Eles destacaram um ponto chave nessa grande questão, as características hereditárias que favorecem um parceiro sexual tendem a aumentar ao longo das gerações. É por isso que as penas da cauda do pavão são tão radiantes: durante muitas gerações, foram escolhidas penas de cauda cada vez mais bonitas. Isso significa que as preferências dos parceiros nos dizem algo sobre as pressões evolutivas que moldam uma espécie, inclusive nós.

Grande parte do nosso senso do que é atraente entra em foco quando visto através da lente de reprodução bem-sucedida, aumentando a nossa ideia do que queremos em um parceiro. Saúde, fecundidade e a capacidade de investir na criação dos filhos. Esses fatores também são encontrados e classificados como atraente entre as diversas populações, embora haja, naturalmente, algumas diferenças culturais.

Essas preferências biológicas também se alinham com a escolha do companheiro em outras espécies. É claro que o que queremos em um parceiro tem raízes que se estendem muito antes do Instagram, produtos de beleza ou campanhas de marketing. O fato é que essas preferências têm algo a ver com nossa natureza humana básica.

Existem também diferenças individuais na escolha do parceiro. Seu parceiro ideal nem sempre irá corresponder com o de outra pessoa, mesmo que a outra pessoa tenha o mesmo gênero, idade e orientação sexual. Até certo ponto, a beleza está realmente nos olhos de quem vê. Mas mesmo essas diferenças entre as preferências das pessoas são um pouco previsíveis: a família de uma pessoa influencia o parceiro que ele ou ela escolhe.

Vários estudos descobriram que, em média, há alguma semelhança física entre os pais e o parceiro sexual dos filhos. Ou seja, sua namorada pode muito bem parecer um pouco com sua mãe, ou seu namorado ser um pouco parecido com seu pai. Esta semelhança física é aparente coisas como a altura dos pais e dos parceiros, cor do cabelo ou dos olhos, etnia ou até mesmo a estrutura do corpo.

Por quê? A explicação dada pelos pesquisadores sobre esse fenômeno é muito simples, as coisas familiares são atraentes. Enquanto algo não é inicialmente aversivo, em geral, se tornará mais atraente quanto mais você tiver contato, como é o caso dos pais. Essa atração por características parentais pode ser atribuída a esse efeito de familiaridade.

 

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Especialista explica que testes online sobre o Alzheimer são prejudiciais

 

Mais de 5 milhões de americanos vivem com a doença de Alzheimer hoje, e outra pessoa desenvolve a doença a cada 68 segundos. Segundo um Relatório Mundial, aqui no Brasil 1,2 milhões de pessoas já desenvolveram a doença. Em 2050, o número de pessoas que vivem com a doença de Alzheimer deverá triplicar.

Como se esses números não fossem suficientemente surpreendentes, considere isso: a doença de Alzheimer é a única causa de morte entre outras doenças que ainda não pode ser prevenida, curada ou minimizada. Pergunte a qualquer especialista, logo irão lhe dizer que quanto antes o diagnóstico, maior são as chances de o paciente viver bem.

“Nossa esperança é que, se pudéssemos identificar pacientes que estão desenvolvendo a doença precocemente, isso nos proporcionaria uma oportunidade muito melhor de intervir nos tratamentos, e é muito mais provável que esses tratamentos sejam eficazes”, explica o presidente de neurocirurgia no Centro Médico Cedars-Sinai, Keith Black.

Assim sendo, o diagnóstico de forma antecipada leva ao tratamento também de forma antecipada, mas algumas novidades da Conferência Internacional de Alzheimer da Associação de 2013 são preocupantes. Um painel de especialistas descobriu que 16 testes on-line para a doença de Alzheimer obtiveram pontuações escassas em escalas de validade científica global, confiabilidade e fatores éticos.

“O comportamento de autodiagnostico é cada vez mais popular em linha, e questionários livremente acessíveis que se chamam ‘testes’ para a doença de Alzheimer estão disponíveis na internet”, diz Julie Robillard.

“No entanto, pouco se sabe sobre a validade científica e a confiabilidade dessas ofertas e fatores relacionados à ética, incluindo pesquisa e conflito de interesse comercial, confidencialidade e consentimento. Francamente o que encontramos em linha foi angustiante e potencialmente prejudicial”.

Robillard e seus colegas da Universidade da Colúmbia Britânica descobriram que 8,8 milhões de visitantes mensais visitam esses sites de testes on-line.

Na mesma conferência, outro estudo concluiu que o diagnóstico errado da doença de Alzheimer em pacientes que realmente possuem demência vascular ou doença de Parkinson, leva a um excesso substancial de custos de cuidados. O estudo, conduzido pela Analysis Group, concluiu que os custos de cuidados errôneos são superiores a US$ 14 mil ao ano por paciente. Esses custos excedentes diminuem eventualmente se forem realizados diagnósticos corretos.

“Os recentes desenvolvimentos em tecnologia melhoraram muito nossa capacidade de diagnosticar adequadamente os pacientes com deficiência cognitiva. Nossos resultados sugerem que há benefícios econômicos para diagnosticar adequadamente o mais cedo possível a causa do comprometimento cognitivo” disse Noam Kirson, especialista do Analysis Group.

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Estudo revelou que os níveis de estresse aumentam com exposição à poluição

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Uma nova pesquisa sobre a poluição mostrou que os efeitos devastadores do ar poluído não são só maléfico para os pulmões, mas também contribui para que os hormônios responsáveis por desencadear o estresse aumentem significativamente. Esse estudo também tem grande importância para que os cientistas possam identificar os mecanismos que levam a associação de doenças cardíacas, diabetes, acidentes vasculares cerebrais, entre outras doenças com os efeitos da poluição. Uma coisa é certa, a poluição tem feito com que o tempo estimado de vida de pessoas que vivem sob exposição prolongada diminuísse.

O pesquisador responsável pelo estudo da Universidade Fudan, localizada na China, Haidong Kan, e sua equipe de cientistas pesquisaram os efeitos causados por pequenas partículas de poluentes com diâmetro inferior a 2,5 micrômetros. Essas partículas pequenas são as mais perigosas, pois elas são facilmente levadas pelo ar e ficam alojadas através da inalação nos pulmões e consequentemente em toda a corrente sanguínea.

Publicado no começo do mês de agosto pela revista Circulation, o estudo analisou cerca de 55 estudantes universitários considerados saudáveis da cidade de Xangai, que é atualmente a cidade que mais concentra poluentes da China.

Para que a análise fosse realizada, os pesquisadores induziram os estudantes a passaram nove dias com um purificador de ar ligado em seus quartos. Feito isso, os pesquisadores removeram os filtros dos purificadores depois de 12 dias, onde eles realizaram outro teste. Nesse segundo teste, os estudantes foram divididos em dois grupos diferentes: o primeiro grupo passou os nove dias com filtros funcionais em seus dormitórios, e o segundo grupo ficou sob os efeitos de um filtro sem funcionamento algum.

Após cada período de observação, os pesquisadores coletaram e analisaram o sangue e a urina de cada um dos alunos. Nessas análises eles puderam identificar moléculas que determinaram a exposição à poluição.

Além disso, eles também observaram que os níveis de norepinefrina, epinefrina, cortisona e cortisol (hormônios responsáveis pelo estresse), eram maiores que o esperado por causa da exposição prolongada aos poluentes. O ar poluído também fez com que os níveis de aminoácidos, açúcar, ácidos graxos e de lipídios aumentassem.

O doutor Kay disse: “Esta pesquisa acrescenta novas evidências sobre como a exposição a essas partículas afeta nossos corpos, o que pode em última instância levar a um maior risco cardiovascular”.

 

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Conheça o dinossauro que tem intrigado a comunidade científica

Um esqueleto descoberto em terras chilenas no ano de 2015 pode ser a chave para que cientistas desvendem a origem dos chamados “dinossauros ornitísquios”, uma modalidade que teoricamente seria composta de partes provenientes de diferentes espécies. A diferença em questão se refere ao tipo de alimentação que esses seres pré-históricos possuíam, uma vez que seriam carnívoros, da mesma forma que os tiranossauros e herbívoros como os estegossauros.

A pesquisa realizada foi publicada pelo Royal Society Journal Biology Letter, uma espécie de publicação cujas edições são periódicas. O cientista Matthew Baron foi o autor do estudo e, em uma entrevista à rede BBC, afirmou se tratar de um “dinossauro Frankestein”, dada a sua composição híbrida. O pesquisador, que atualmente cursa doutorado em Cambridge, explicou que o achado arqueológico trata-se de um dos mais antigos ornitísquios que já se teve conhecimento até agora.

Baron, entretanto, alegou que a ciência ainda desconhece o real modo de desenvolvimento dessa espécie de dinossauro, já que não se parece em nada com a outros encontrados até o momento. O cientista salientou que o assunto é estudado há cerca de 130 anos, mas somente agora talvez a ciência seja capaz de esboçar alguma característica no que se refere à aparência que o ornitísquio em questão teria.

Cientificamente chamado de Chilesaurus, o dinossauro batizado de Frankestein, causou grande comoção por parte da comunidade científica. Isto pelo fato do animal apresentar peculiaridades não apenas no que diz respeito ao modo como se alimentava. Os pesquisadores, em função da falta de similaridade com outros seres encontrados, não souberam em que posição deveriam enquadrá-lo na árvore genealógica, pois acreditavam que ele não teria ligação direta com os demais dinossauros.

Baron propôs que a árvore genealógica dos dinossauros fosse revista e informou seu posicionamento em uma publicação veiculada pela Revista Nature, especializada em assuntos de natureza científica. Ele defendeu, em março de 2017, a ideia de que os ornitísquios possuiriam maior familiaridade com os carnívoros. Apesar do impasse sobre a classificação ter sido solucionado, o “Frankestein” continua sendo uma raridade dentro do que a ciência já foi capaz de descobrir sobre essa espécie.

 

Saiba mais:

https://www.terra.com.br/noticias/ciencia/o-dinossauro-frankenstein-que-pode-ser-elo-perdido-entre-herbivoros-e-carnivoros,2692c6b2230cab1d9b1b3f9f9d19576fwwoycytu.html

 

 

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O favoritismo do presidente do Banco Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi, na disputa do atual cargo

Quarto presidente da história do Banco Bradesco – esse é mais um entre os méritos de Luiz Carlos Trabuco Cappi, sucessor de Márcio Cypriano, que esteve no cargo durante dez anos e só saiu por conta do estatuto do grupo que não permite presidentes com mais de 65 anos. Trabuco Cappi assumiu a presidência em março de 2009, quando a instituição havia acabado de perder a liderança de mercado.

Os antecessores

Márcio Cypriano deixou o cargo de presidente executivo do Banco com uma ótima performance – durante os dez anos na posição mais alta da instituição bancária, o executivo multiplicou o valor de mercado da empresa, que passou de US$ 5 bilhões para US$ 30 bilhões.

Mas não foi só Cypriano que esteve à frente do Bradesco antes de Luiz Carlos Trabuco Cappi. O próprio fundador da companhia, Amador Aguiar, bem como Lázaro Brandão – que foi o seu sucessor em 1999 – foram os outros dois. Brandão também foi o responsável pela indicação do atual presidente.

O favoritismo

Na ocasião da troca de presidentes, Luiz Carlos Trabuco Cappi disparava como favorito ao cargo. Ele já atuava no Banco há 40 anos, e em todas as conversas com executivos do mercado financeiro sobre a sucessão de Márcio Cypriano, era o nome dele um dos mais citados. Isso, principalmente, porque ele já conhecia bem a instituição.

O executivo entrou no Banco Bradesco muito cedo, em 1969, com apenas 18 anos. Iniciou como escriturário e foi passando por todos os escalões da empresa, incluindo as áreas como previdência privada e marketing. Desta forma, ele encaixava-se bem no conceito de um perfil de “continuidade e renovação” valorizado pela instituição.

Uma curiosidade é que Luiz Carlos Trabuco Cappi até já havia sido cotado para o mesmo cargo na ocasião em que Cypriano assumiu – mas, na época, foi considerado muito novo, já que tinha apenas 47 anos.

Em 2009, o ano em que assumiu, de fato, a presidência, o executivo enfrentou concorrentes fortes – José Luiz Acar Pedro, por exemplo, que chegou ao grupo depois da compra do Banco de Crédito Nacional (BCN), em 1997, foi um. Outro que disputou o cargo foi Roger Agnelli (3 de maio de 1959 – 19 de março de 2016), na época, presidente da Vale – no entanto, com este é possível que tenha acontecido o mesmo que com Trabuco Cappi e ele tenha sido considerado muito jovem para o cargo, já que tinha apenas 49 anos de idade.

A execução do cargo 

A criação de uma universidade corporativa foi uma das primeiras ações de Luiz Carlos Trabuco Cappi na presidência do Banco Bradesco – o objetivo era buscar a renovação dos quadros de liderança. O contexto, no entanto, não era dos mais favoráveis, já que a instituição não era mais líder de mercado.

Mas a oportunidade de manter o Banco na briga pelas primeiras colocações no ranking de ativos veio alguns anos depois – em agosto de 2015, quando o executivo comprou a filial brasileira do HSBC por US$ 5,2 bilhões. Sobre a transação, o presidente da empresa financeira destacou na ocasião – “Com o HSBC, conquistamos de uma vez o que demoraríamos cerca de seis anos para obter por meio do crescimento orgânico [ou seja, a melhora do desempenho interno da empresa]”.

Saiba mais sobre Cappi

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